segunda-feira, 29 de setembro de 2008

branco

...um espaço em branco, porque a vida também é feita de intervalos, plataformas de revisões, vontades reprimidas e afastamento dos pontos de vista de olhares fixo. O distanciamento das coisas, que é o ponto cego das falhas, por vezes nem são dignas de cuidados para o plano todo.
Sacar ideias cruzadas, desapercebidas de um horizonte sem fim. Mira sua alma sem instrumentos precisos, mas acerte sua criação desprezando os resultados de sua necessidade.
Crie para criação, não como resposta a uma questão prática. O escuro do mundo é a luz da imaginação. O delírio não é fuga da realidade, e esta não é necessariamente a verdade. Fatos, casos e experiências concretas, não são mais que ligamentos sequenciais da lógica forma de compreender o que se vive. E o que se vive, não se explica, portanto nao se compreende. Daí nascem as dúvidas, os medos e toda a confusão mental das mentes treinadas para o 1, 2 e 3.
Eu que não nasci para contar, nem para entender, sigo vivendo e morrendo. As vezes parando para observar de longe, se o que me perturba, é realmente perturbável...

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