
Sentir a vida aspirando conhecimento direto, revelação, não como quem acha que já sabe e não despende aperfeiçoamento, mas com fome de todos os dias. Perseguir o conhecimento através da experimentação mais íntima e completa, em transe musical, arranjos sublimes reluzindo em notas arrebatadoras...Saborear a vida em abocanhadas, deliciosamente quente, irresistivelmente doce, de dentro pra fora, de fora pra dentro, do avesso...
Amar sem limites, até onde a curva dos desejos riscar o horizonte dos sentidos, onde o sol plunge ardendo pele que grita em silêncio, que em erupção transborda torrentes químicas absortas em sentimentos genuínos. Inconseqüente, em queda livre, fora de controle. Beber a vida aos goles ou de uma vez se possível for. Passear pelo corpo em todas suas possibilidades, preencher todos espaços até sua indivisibilidade, se perder no tempo, afogar-se em si próprio. Sentir a sedução do céu pela gentileza da chuva e do vento escorrendo ao rosto, tome a realidade de tudo isso para si com delicadeza maternal.
Sorrir por existir e não ser expectador, expressar a beleza de tudo isso em música, porque sentir é uma expressão musical e viver assim, é ser verdadeiramente livre.Dançar desavergonhadamente como as coisas que flutuam livremente no ar, manobrar as notas, reconhecer que a vida é cíclica e tudo que desaparece é absolutamente necessário para concepção de outras, nem melhor, nem pior, simplesmente um fenômeno de renovação. O dia tem que esvaecer para nascer uma nova bela noite!
Compreender que as melhores experiências que viveu, não são mais do que melhores lembranças, a vida é daqui pra frente não daqui pra trás. E tudo que deixar de fazer hoje não terá mais oportunidade amanhã. Quando estiver nos seus 60 anos, só vai poder lamentar o que deixou de fazer na sua juventude, e o seu corpo já não terá mais disposição para emoções desperdiçadas.
Escutar as coisas com o coração, não estrangule vontades, não existe moral que seja mais importante que suas necessidades. Não se preocupe demais, isso não altera em nada o resultado definitivo dos problemas. Por fim, é necessário que se tenha espírito pra se viver assim, que se tenha uma saúde despojada de máscara, que seja forte suficiente para quebrar paradigmas, para chegar a ser o que se é...
Amar sem limites, até onde a curva dos desejos riscar o horizonte dos sentidos, onde o sol plunge ardendo pele que grita em silêncio, que em erupção transborda torrentes químicas absortas em sentimentos genuínos. Inconseqüente, em queda livre, fora de controle. Beber a vida aos goles ou de uma vez se possível for. Passear pelo corpo em todas suas possibilidades, preencher todos espaços até sua indivisibilidade, se perder no tempo, afogar-se em si próprio. Sentir a sedução do céu pela gentileza da chuva e do vento escorrendo ao rosto, tome a realidade de tudo isso para si com delicadeza maternal.
Sorrir por existir e não ser expectador, expressar a beleza de tudo isso em música, porque sentir é uma expressão musical e viver assim, é ser verdadeiramente livre.Dançar desavergonhadamente como as coisas que flutuam livremente no ar, manobrar as notas, reconhecer que a vida é cíclica e tudo que desaparece é absolutamente necessário para concepção de outras, nem melhor, nem pior, simplesmente um fenômeno de renovação. O dia tem que esvaecer para nascer uma nova bela noite!
Compreender que as melhores experiências que viveu, não são mais do que melhores lembranças, a vida é daqui pra frente não daqui pra trás. E tudo que deixar de fazer hoje não terá mais oportunidade amanhã. Quando estiver nos seus 60 anos, só vai poder lamentar o que deixou de fazer na sua juventude, e o seu corpo já não terá mais disposição para emoções desperdiçadas.
Escutar as coisas com o coração, não estrangule vontades, não existe moral que seja mais importante que suas necessidades. Não se preocupe demais, isso não altera em nada o resultado definitivo dos problemas. Por fim, é necessário que se tenha espírito pra se viver assim, que se tenha uma saúde despojada de máscara, que seja forte suficiente para quebrar paradigmas, para chegar a ser o que se é...






