
Do alto do morro aspiro todas as alegrias do mundo, daqui enxergo as coisas como são: pequenas e finitas, todas as distorções das confusões humanas, valores sem vida, vida sem valor! Os inflamados rebanhos pastam lá embaixo, continuo a assistir a pretensão dessa estupidez, eles olham para cima implorando perdão. O que seriam deles se soubessem da verdade? Que o centro da vida não está além da vida, que desperdiçam confissões aos pastores que se alimentam das ilusões deste rebanho...
O maior desafio do ser humano é o próprio ser, que vive para o conjunto, que se sacrifica para o coletivo, que vive a vida de aluguel que todas religiões lhes impõe.
Comer e beber de todas as refeições impostas até o fim, eis o destino destes seres obedientes, escravos da tirania cristã.
O maior desafio do ser humano é o próprio ser, que vive para o conjunto, que se sacrifica para o coletivo, que vive a vida de aluguel que todas religiões lhes impõe.
Comer e beber de todas as refeições impostas até o fim, eis o destino destes seres obedientes, escravos da tirania cristã.

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