
Subi as frias alturas, solitário, sei da verdade e divago sobre a humanidade. O que tem feito ela?
Eu que sou noturno com ramificações diurnas, que prefere a lua ao sol, que se esfola em paixões não concebidas, que se entrega ao prazer com o mais profundo querer e é arrastado pelo refluxo violento das ressacas, rendido em dor. Entregue por completo a experiência mais quente e dolorosa do ser, a viagem onipresente dos sentidos. A aldeia dos prazeres. Memória inapagável de lembrança eterna. Imortalização dos gestos, impulsos, almas, distúrbios de orgias sensoriais. Como se negar aos deleites do querer depois de tê-los nos lábios, mastigá-lo, sugado ao seu último sabor...?
Um ser de insustentável tristeza, invisível diante das irrealizações, que se isola para recompor, que tem o sofrimento por essência a sua natureza, reiniciando o fluxo e refluxo.
Eu que sou noturno com ramificações diurnas, que prefere a lua ao sol, que se esfola em paixões não concebidas, que se entrega ao prazer com o mais profundo querer e é arrastado pelo refluxo violento das ressacas, rendido em dor. Entregue por completo a experiência mais quente e dolorosa do ser, a viagem onipresente dos sentidos. A aldeia dos prazeres. Memória inapagável de lembrança eterna. Imortalização dos gestos, impulsos, almas, distúrbios de orgias sensoriais. Como se negar aos deleites do querer depois de tê-los nos lábios, mastigá-lo, sugado ao seu último sabor...?
Um ser de insustentável tristeza, invisível diante das irrealizações, que se isola para recompor, que tem o sofrimento por essência a sua natureza, reiniciando o fluxo e refluxo.

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