eu. que quando pego carona na imaginação, sento na janela para colocar a cabeça para fora e observar toda paisagem que crio com o vento a cortar face.
recebo todas novidades com a alegria de quem recebe cartas das pessoas distantes;
abro uma a uma com toda ansiedade de chegar ao fim.
corro para fora com um sorriso florindo o dia de quem nasceu cinza.
olho para os lados,
para cima e para baixo,
percebo a solidão da alegria.
aquilo que me acomete só tem efeito em mim mesmo,
ainda que dividida.
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