
Para além dos dias,
pela costa após a serra,
um mar para além dos mares.
Praias solitárias, pedras duras,
reflexões corrosivas.
Promessas escritas em areia,
apagadas antes mesmo do sol se pôr.
Para trás só restaram lembranças,
dos dias que aconteceram e morreram,
dos dias de sol e chuva,
dos lábios molhados e dos escândalos de pele.
Tudo ainda vive como seu cheiro,
doente tempero, preciso como espelho.
Aglutinação lasciva de poros eriçados,
sincronizados aos estímulos,
estufando pele como espinhos.
Grito silencioso de corpo em erupção.
Onde foi que nos perdemos?
Vou agora para além dos dias mortos,
para todo o sempre, noutra morada, aos mesmos prazeres.
pela costa após a serra,
um mar para além dos mares.
Praias solitárias, pedras duras,
reflexões corrosivas.
Promessas escritas em areia,
apagadas antes mesmo do sol se pôr.
Para trás só restaram lembranças,
dos dias que aconteceram e morreram,
dos dias de sol e chuva,
dos lábios molhados e dos escândalos de pele.
Tudo ainda vive como seu cheiro,
doente tempero, preciso como espelho.
Aglutinação lasciva de poros eriçados,
sincronizados aos estímulos,
estufando pele como espinhos.
Grito silencioso de corpo em erupção.
Onde foi que nos perdemos?
Vou agora para além dos dias mortos,
para todo o sempre, noutra morada, aos mesmos prazeres.

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