Se toda estrada fosse poeira, meus pés seriam emborrachados, como coisa que criasse aderência. E nas montanhas venceria todas as horas o descompasso de meus contratempos. Pra trás deixaria toda melancolia de meus pesares, e numa arena me atiraria a dançar só desejando contemplar os belos domingos de sol. Apenas meus botões me compreendem, então os deixo soltos a me esculpir...
Só minha alma sabe o que é preciso para caminhar...só meus botões me desenham o que sou de verdade, porque sou o mais profundo desejo, a expressão mais ampla de minha vontade, a inclinação da diversão sem culpa, a vida sem alardes!
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